sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Galera, só esqueci de um detalhe, tanto a Descrção Clássica quanto o Extraqua são meus, Amanda, Ok!!!!
Só esqueci de colocar meu nome no final, quase nada rs!!!

Bjus a todos e Saudades Mil!!!

Extraqua

Um som, uma música
Que encanta o lugar
Na frente uma platéia
Que fica a apreciar
O tom, a melodia
Que encanta o ar

Um som, uma música
Que encanta o lugar
Pessoas passam e param
Olham, desolham, cochicham
Caminham, reparam, comentam
A música e o cheiro que dançam no ar

Um som, uma música
Que encanta o lugar
Uma criança, parecendo pedra
Aprecia com os olhas
Os dedos recorrer as notas
Que soltas parecem estar

Um som, uma música
Que encanta o lugar
O mar com seu jeito
Próprio e natural
Ecoa junto as águas
A música a tocar

Um som, uma música
Que encanta o lugar
O sol vem agradecer o fim de tarde
Que acaba de sentir
A nuvem agitada diz que não ouvirá até o fim
Mas apresentará a Lua que irá iluminar

Um som, uma música
Que encanta o lugar
Começa a escurecer
As luzes das casas a ascender
Mas a música não para
Entre a maré e a brisa

Um som, uma música
Que encanta o lugar
Pássaros não voam
O vento é leve, a montanha parada e estagnada
A Lua clara e esplendorosa
Deixa os corações dos apaixonados se amar

Descrição Clássica

Oi gente, tudo bem com vocês?????????????????????????
Sei que faz tempo que não apareço por aqui, e não é por falta de tempo e sim por vergonha na cara.
Aceito puxões de orelha.
Bem, já faz um tempo eu queria postar minha Descrição Clássica. Diferente de todo mundo da sala eu gostei da minha, só não consegui achar a foto para que vocês pudessem ver onde eu me baseie, mas vão usando a imaginação, assim que achar posterei Ok!!
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Foto de 1952, 3 rapazes com características distintas mas ligados por um único amor.

Perfil, sem expressão, parados, estagnados com algo que seus olhos estão fixados, a respiração quase não existe no momento de observação.

O 1º com seu perfil ondulado que começa na testa já desnivelada no meio, passa por seu nariz pequeno, mas levemente empinado, seus lábios grossos, principalmente o inferior que ressalta e pouco queixo.
Abaixo do nariz empinado acima dos lábios carnudos existe um bigode, fino, bem feito, delicado, acompanhando o contorno do lábio superior. Preto. Bem Preto
Um dos olhos está localizado um pouco abaixo da testa, entre aberto, podendo ver uma parte de sua pálpebra, olhar atencioso, fixo, parado, com um leve brilho acentuado.
Seu olho é parceiro de uma de suas sobrancelhas. Fina, um pouco acima do olho com meia pálpebra. Preta que faz o contorno do olho mas levemente arqueada para cima no final.
Seus cabelos são lisos, com algum produto que os deixa fixado devido a onda que se tem logo acima da testa.
Uma pele com aparência delicada, lisa, sem escoriações.

O 2º é o único que mostra seu tronco. Inclinado e verticalmente para frente, o ombro largo coberto por alguma camisa de linho deixa a mostra seu pescoço comprido com o saltar do osso e o esconder do pomo. Uma sombra esconde o resto do seu pescoço devido ao queixo acentuado.
Queixo acentuado para frente, com ossos compridos que mostra o contorno do rosto. Algo deixa-o um pouco escuro, podendo ser alguma barba que foi retirada ou algo que pode ter machucado a pele. Do queixo até a bochecha.
O lábio inferior quase não aparece, brinca com o olhar parecendo continuação do queixo. É acompanhado por um lábio superior discreto, mas perceptível que tem uma leve expressão de um sorriso encabulado.
Logo acima tem um bigode mais aparente, sem acompanhar a boca, pelo contrário, esconde-a, apenas sabemos que está lá pela abertura que se dá entre o bigode e o seu nariz. Preto em excesso.
O nariz grande, com a ponto para baixo, gera uma onda logo acima que vai subindo até chegar na testa.
Testa grande e com uma ondulação a mais que os demais, porém ondulação que acompanha o seu perfil e sua estética.
Seu olho aberto por completo, fixado a algo a ser observado, com uma bolsa abaixo vai completando sua face. Tem uma sobrancelha mais discreta, quase imperceptível, vai até metade de seu olho, não acompanhando até o final.
Para finalizar seu cabelo, que começa mais acima do que o início da testa. Alto, ondulado, encaracolado, sem se importar com a indisciplina e o desajeito.

O 3º já tem o cabelo mais arrumado, jogado ao lado com produto fixador. Baixo discreto e delicado, vai acompanhando seu perfil.
Logo abaixo vem a testa reta, pequena, sem conotações já apresenta seu meio que é um tanto impossível de observar.
Seu nariz pequeno e empinado auxilia no seu diferencial que está nos olhos. Pousado sobre ele está o meio dos óculos.
Óculos esse que impede o detalhe de seus olhos, mas reflete a eles e a metade de seu rosto uma sombra, devido as lentes que auxiliam no olhar. A base preta, mas a lateral toda em fio transparente que deixa a mostra apenas as lentes.
Na composição do olhar apenas é possível ver a sobrancelha. Grossa, preta que ultrapassa seu olho pequeno.
Abaixo do nariz, seus lábios pequenos, o superior se destaca do inferior já traz o queixo pequeno, bem pequeno e levemente empinado á frente.
Seu rosto faz uma grande sombra que podemos ver uma pequena parte de seu pescoço.
Pele sem problemas, lisa e perfeita.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Sobre o Blog abandonado e coisas mais

Poxa vida! Ninguém mais posta no blog?
Só eu me iludi pensando ser feliz aqui nesse recinto cibernético, denominado blog, depois da nossa oficina?
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Poxa vida! Poxa vida... Como me sinto perdido sem as propostas deliciosas da oficina! Como me sinto perdido. Um abandonado. Hahaha, Carente de letras.
Podíamos bolar propostas por aqui, mas fica dificil sendo que só um mínimo de pessoas participa.
E vejam bem: Não aceito desculpas como "Não tenho tempo". Poxa vida, poxa vida... Meses se passaram! Eu tenho até mais barba do que antes... Prometo, prometo!
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Sobre o Roubo

Certas tardes você se sente vazio e incompleto. Acredito que as tardes sejam especiais e até mesmo mágicas, elas parecem um período de transição para algo especial, que é a noite. Ela funciona como um preâmbulo para os acontecimentos noturnos. Talvez por isso as tardes sejam nostálgicas.
Eu pensava nisso enquanto subia a rua, numa tarde de sexta-feira. Eu estava angustiado; Tinha que levá-la à rodoviária, e não há nada pior que alguém querido partir numa tarde, pois você sempre vai ter o resto da tarde e toda a noite para ficar sozinho. Não reclamo de tardes com pessoas queridas, só digo que a noite combina mais com tais pessoas. Não sei explicar o por quê, a noite tem um cheiro, que é um tempero para uma boa companhia.
Foi então que vimos quatro livros em cima de uma mureta redonda, que fica numa esquina bem movimentada, ainda mais de sexta-feira com os bares fervilhando. Os livros estavam alinhados, como se arrumados por alguém. -Deve ser de alguém, concluímos, e seguimos nosso caminho. Eu estava intrigado, não se vê livros por aí jogados (de um modo organizado) todos os dias. Ainda mais numa tarde. Uma tarde de sexta.
Eu não quis isso! Juro que não! Mas fiquei completamente fora de mim quando, voltando pelo mesmo caminho, percebi que os livros ainda estavam lá! Não pude resistir, e andei devagar, perto da mureta para observar esses objetos fascinantes que são os livros. Os três últimos livros eram vermelhos, eram sobre idiomas, mas ironicamente, o mais próximo de mim foi o que me chamou a atenção. Preto, capa dura e desenho em dourado. Não era uma bíblia, pois um gato maligno estava desenhado aos pés de uma senhora com um longo vestido, que se espalhava por sobre toda a extensão da capa. Pude ler “Poe - Histórias Extraordinárias”.
UM PRESENTE DE DEUS! Isso! Um presente divino um livro numa tarde sexta-feira! Presenciei um milagre! Participei de um milagre. Bem sabe você que não se nega um presente. Ainda mais divino.
Eu desci a rua como se o livro sempre fora meu. Por algum motivo eu me sentia bem sem nenhum traço de remorso. Como eu poderia deixar aquele livro ali, sozinho? Digam-me! Como alguém, n’uma tarde de sexta-feira pode deixar livros ao relento?!
Folheei as páginas para ver se algo estava escrito, quem sabe uma mensagem de parabéns, uma dedicatória de algum amor, enfim, qualquer coisa. Mas nada estava escrito. Me senti poderoso, como qualquer homem que se apropria de algo que não lhe pertencia. Acontece que muitas vezes esse sentimento de poder é falso e nebuloso.
Fiz as formalidades e coloquei o livro na estante com meus outros, para que pudesse sentir-se melhor. Sabe-se lá, deve ser um tédio passar uma tarde de sexta-feira do lado de três livros de idiomas.
Três batidas apressadas bateram na porta. Tive um mau presságio e por um momento único senti um intenso remorso que durou segundos infinitos. Chacoalhei a cabeça e voltei a mim. Peguei o copo de café em cima da mesa, como se o recrutasse para meu companheiro. Como se ele pudesse me proteger. Eu estava com um medo irracional.
Girei a chave, e antes que pudesse ver quem batia na porta, fui surpreendido, e levei três tiros no peito. O rapaz de luvas foi embora, e olhando ao meu redor, vi uma poça de sangue, meu sangue, fazer uma forma disforme no tapete da sala.
O que mais me deixa confuso é que o livro continuou lá, na minha estante, com os outros livros. Não resisti e acabei por morrer naquela sexta-feira. O céu já estava escuro. Parece que a tal “transição para algo especial” realmente ocorreu para mim. Penso hoje em dia que tardes são perigosas, mão não me arrependo do meu singelo roubo.

Alinhar à esquerda


(Baseado em fatos reais. Bom... Não tão reais assim.)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

a todos os passantes

Vamos nos encontrar no meio do mês para colocar o papo em dia? Vamos falar do acordo ortográfico e de tudo o que esperamos (e que nos aflinge, talvez) para 2009. O que vocês acham? Eu posso após as 20h.

Maysa

domingo, 28 de dezembro de 2008

Sobre a Verdadeira Intimidade

Ao menor sinal da verdadeira intimidade, seja ela de amigo ou amante, suas ilusões irão cair, uma a uma, derrubadas por este "invasor permitido". Uma vez intimo, abre-te portas pesadas, enferrujadas e esquecidas. Ao menor sinal da verdadeira intimidade, seja ela de cão ou criança, já não és mais responsável por somente por você, mas também pelos teus intimos, pessoas de sua adoração. E vice-e-versa, se é que versa-se tais coisas.
Ao menor sinal de tal intimidade, te sentiras confuso, aflito, preocupado, ansioso, e tudo mais, com problemas que nem são seus. Problemas que você nunca imaginou ter, não tem, mas que, mesmo assim, te afetam, te sobrecarregam e te deixam tão mal quanto se atingissem sua própria carne. Te cansam como se fossem alojados em suas costas. E não há só essa batalha! O problema da intimidade vai além...
Mas veja lá, em tudo na vida, existe tal dualidade! E a intimidade não é diferente, infeliz amigo. O infortúnio foram todas, ou quase todas palavras falarem da parte trabalhosa do árduo ofício do íntimo. E que seria do homem sem o trabalho? Essas dualidades da vida não são obscuras nem luminosas. São apenas... diferentes. Adiante.
Vai frustrar-te com o outro, vai querer ter o comando, quando nada pode fazer. Vai querer conduzir, confortar e batalhar, junto. Mas não pode. A intimidade nos dá a idéia de possuirmos tais poderes. Poderes divinos e vagos.
Ao menor sinal de intimidade, verdadeira intimidade, devemos amar. Amar com intimidade verdadeira, poder também divino, mas acessível a nós, se assim desejarmos. É preciso ser prudente, paciente e corajoso. Seus desejos mais profundos irão se satisfazer quando a pessoa intima em questão, a pessoa que te preocupa e que te cativa ter pernas fortes e uma mente corajosa. Aí sim terá feito sua parte. De resto, não te culpas, e abraça-o.

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Vocês não têm noção de como estou me sentindo perdido para escrever sem as propostas das aulas! Está me fazendo uma falta danada.
Saudades de todos vocês e daquelas quintas que passaram tão rápido.

Felipe.

sábado, 27 de dezembro de 2008

2009, por acaso, quinta-feira

Num apartamento
Perdido na cidade
Alguém está tentando acreditar
Que as coisas vão melhorar
Ultimamente
A gente não consegue
Ficar indiferente
Debaixo desse céu
Do meu apartamento
Você não sabe o quanto eu voei
O quanto me aproximei
De lá da Terra

As luzes da cidade
Não chegam nas estrelas
Sem antes me buscar
E na medida do impossível
Tá dando pra se viver
Na cidade de São Paulo
O amor é imprevisível como você
E eu
E o céu

(na voz de Zelia Duncan)

Lá vou eu. Lá vamos nós
Maysa

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Natal e leituras

Graaaaaande Maysa

Topo com certeza esse lance de discutir livros. Penso que para maior participação seria legal fazer reuniões uma vez por mês, sempre regadas a muita comida...rsrsrs, e os livros, devem ser de dominio publico para que quem não puder paga-los, possa baixa-los na internet. De resto, só falta desejar um Feliz Natal a todos.

Abraços

Will.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

e ai pessoal, cade vocês?

Po gente... foi só o curso acabar e todo mundo sumiu? Ninguém quis vir comer torta, no "sarau" do Danilo, só foram a Maysa, a Thaís e a Valéria, agora ninguém postou nada, tirando é claro, a Maysa... poxa gente... achei que o nosso elo duraria mais tempo, que chato isso... Hoje eu estava no parque e vi uma cena muito legal e resolvi descreve-la, para melhorar minha tecnica descritiva, e acabou saindo um poeminha, acho que influencia do presente da Érica, então resolvi postar aqui... diria para comentarem, mas pelo jeito isso vai ser difícil...


Amor Passarinho

Amor passarinho
Sem ninho
Em revoada

Caça
Acasala
Brinca

E as vezes
Mergulha n'água
Limpa

Súbito se vai
Some
Tarde finda (?)

Quinta-feira

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livre
fim da enumeração caolha
Maysa

domingo, 14 de dezembro de 2008

Comprometimento

Galera,O curso acabou mas nossa vontade continua. Não podemos nos ver mais pessoalmente mas estaremos vivos através deste blog. Tenho alguns textos que não pude ler em aula então vou disponibilizar aqui OK!!! Me comprometo a fazer isso!!!!Saudades de todos já, só de pensar que nessa 5ºf não nos veremos......Bjus a todos

E viva o BLOG

Achados e perdidos

Tenho um quarto onde o meu ‘tudo’ está guardado. É muita coisa: livros, jornais, xerox, clipes, pedaços de papel com anotações, planos para conquistar o mundo, etc, etc, etc. Hoje iniciei a pré-produção do acumulado em 2008. Dei uma olhada por cima para fazer o cronograma e listar quantas caixas de arquivo preciso comprar. 2008 será em breve um arquivo morto.

Bom, mexendo nas coisas, encontrei um jornal chamado O Casulo, de agosto deste ano. Lá tem um poema da Érica. Então, desde agosto (acho), conheço a Érica por meio de um texto, uma imagem impressa.

Vejo que a faxina anual, como sempre, reserva surpresas. Se der, farei um diário contando sobre outros achados (e perdidos). A arrumação demora uns dias.

Isto é publicidade:
* O próximo número d’O Casulo tem poemas do Danilo. O lançamento é quarta-feira agora (17.12), às 19h, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima.

Até mais!
Maysa

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

"Canela" (Minha Des[dis]crição)



Lá menor em leves golpes. Vem devagar e acrescendo num tom cortante. O lá menor parece triste e misterioso. Logo alterna com sua forma sustenida, n’um vai e vem inebriante, fazendo esquecer sua forma triste e incita ao mistério e voluptuosidade.
Lá menor e mi, num ritmo quebrado. O mi, que é grave e sensual, parece acalentar o lá menor, embalando ainda mais o ritmo, como um nobre cavalheiro. O casal de notas ameniza o caos no braço do violão vermelho.
A madeira rubra, antiga e gasta, treme retumbando cada nota que os dedos abocanham nas seis cordas. Deslizam nas suas dezenove casas, também gastas pelo tempo. Se tal seqüência de notas tivesse um cheiro, este seria agridoce, como os condimentos do oriente médio.
O ritmo acelera. Palmas e sapateados cruzam-se, misturando-se com o cheiro das flores de canela e essências excêntricas, que são queimadas em lâmpadas de azeite. Os vestidos vermelhos de várias camadas rodopiam, e vez ou outra são carregados de um lado para o outro pelas mãos de quem os veste. Mãos com unhas afogueadas.
Os pés continuam batendo no assoalho de madeira com firmeza, ecoando ao longo da grande sala, marcando cada contratempo com precisão. Pés e mãos em harmonia giram e contornam formas sutis no ar, enquanto o ritmo quebra e volta à tona, rasgando os ares andaluzos. Subitamente a música pára, e os vestidos derramam-se pelo chão lentamente, conforme os corpos vão se deitando em cima das próprias pernas, em movimentos ternos.


(Felipe)

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Pessoal, vamos usar das "tags" (marcadores) para deixar tudo mais organizado, colocando ali em baixo as palavras principais (ou idéias) do texto. E vamos postar também!
Abraços!

fim de semana

Gente, o convite que eu fiz, para virem comer torta aqui em casa está de pé... ninguém ainda comentou nada, tirando a mega intimada que a Thais fez no comment ali em baixo...rsrsrs bom, de qualquer forma, sábado tá meio complicado pra mim, mas creio que domingo, no período mais tarde/noite esteja tudo bem... manifestem-se, afinal, não vai ter graça comer a minha tão esperada torta, se vocês não vierem... pra quem quiser eu passo o meu endereço por e-mail, e até faço desenho de como chegar... é pertinho do metro, então não tem desculpa hein...
Abraços a todos
Will

Biblioteca Alceu Amoroso Lima

Endereço e como chegar:

Rua Henrique Schaumann, 777
Esquina com a rua Cardeal Arcoverde
Pinheiros - 05413-021 São Paulo, SP
Tel.:11 3082-5023
bmalceualima@yahoo.com.br


Metrô
Estação Clínicas (Linha 2 – Verde)
A estação, localizada na avenida Doutor Arnaldo, 555, é o meio mais fácil de se chegar à Biblioteca utilizando o metrô. A uma distância de 9 quadras (aproximadamente 1,3 km), pode-se ir a pé, descendo a rua Teodoro Sampaio, ou tomar um ônibus que desça a rua Cardeal Arcoverde (647C - Term. João Dias, por exemplo) até a altura do Cemitério São Paulo.

Ônibus
Sugestões de ônibus que passam pela Biblioteca
701 A – Metrô Vila Madalena – Pq. Edu Chaves
701 U – Butantã USP – Jaçanã
715 F – Shopping Continental – Largo da Pólvora
719 P – Pinheiros – Metrô Armênia
719 R – Metrô Barra Funda – Rio Pequeno
724 A - Pinheiros - Aclimação


Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_a_l/alceu/index.php?p=83

Até mais!
Maysa

Encontros: Rumos Literatura

É no Itaú Cultural. A entrada é gratuita
Maysa

Ensaístas, professores, sociólogos, poetas e tradutores examinam e questionam o ofício da crítica literária, cuja essência é, justamente, o exame e o questionamento.
Como se comporta a crítica diante de novos gêneros e, mais ainda, diante das metamorfoses da cultura literária? Qual o lugar da crítica nos novos meios e veículos de comunicação? Que direção tomaram as formas do discurso crítico?
Essas são algumas das indagações do Seminário Internacional Rumos Literatura, com curadoria do tradutor e professor Samuel Titan Jr.

sala itaú cultural 195 lugares
entrada franca − ingresso distribuído com meia hora de antecedência
informações 11 2168 1777 www.itaucultural.org.br

segunda 15
19h30 - Lançamento livro Protocolos Críticos

Seminário


terça 16

19h30 Crítica Literária e Crítica Cultural com José Miguel Wisnik e Martín Kohan mediação Natalia Brizuel
Seja a respeito da história, seja da música, da política ou do futebol, o crítico literário vive constantemente a tentação íntima - e a solicitação pública - de se pronunciar sobre temas que vão além da arte verbal. Como entender e avaliar esse ímpeto em tempos de crise da cultura letrada e da instituição da literatura? Nesta mesa reúnem-se Wisnik, músico, ensaísta e professor de literatura brasileira na Universidade de São Paulo (USP); Martín Kohan, professor de teoria literária na Universidade de Buenos Aires; e Natalia Brizuela, professora do Departamento de Espanhol e Português da Universidade Berkeley.

quarta 17
17h30 Atualidade de Erich Auerbach com Earl Jeffrey Richards, Leopoldo Waizbort e Martin Elsky mediação Samuel Titan Jr.
Nome central da crítica e da historiografia literária no século XX, Erich Auerbach sempre evitou formular um corpo de doutrina - ao mesmo tempo que encarnava com toda nitidez certa atitude intelectual diante do século e da literatura. Qual a atualidade de sua discrição e firmeza? Debatendo o tema, estão o alemão Earl Jeffrey Richards, professor de literaturas românicas na Universidade Bergische, em Wuppertal; Leopoldo Waizbort, professor de sociologia da USP; Martin Elsky, professor da City University de Nova York; e o curador do seminário, Samuel Titan Jr., tradutor, ensaísta e professor da USP.

19h30 As Formas da Crítica com Flora Süssekind e Silviano Santiago mediação Lourival Holanda
Do tratado e da epístola à resenha e ao ensaio - a crítica das formas verbais viveu e vive uma contínua transformação verbal, a ponto de muitas vezes confundir-se com a própria criação literária. Por quais caminhos se deu essa reinvenção das formas críticas e o que devemos esperar pela frente? A mesa traz a pesquisadora da Casa de Rui Barbosa e crítica literária, Flora Süssekind; o escritor, crítico literário e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Silviano Santiago; e o ensaísta e professor da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe), Lourival Holanda.

quinta 18
17h30 Crítica e Poesia com Marco Lucchesi e Marcos Siscar mediação Gonzalo Aguilar
O século XX assistiu à transformação das relações tradicionais entre poesia e crítica: longe de se submeter como objeto passivo ao exame crítico, a poesia moderna, em suas várias vertentes, apresentou-se como lugar privilegiado do exercício da crítica. Lírica e crítica, poesia e reflexão constituem o objeto desta mesa, com a participação do poeta, tradutor de poesia e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Marco Lucchesi; do professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Marcos Siscar; e do professor da Universidade de Buenos Aires, Gonzalo Aguilar.

19h30 Atualidade de Machado de Assis com João Cezar de Castro Rocha e Pedro Meira Monteiro mediação Sandra Vasconcelos
Medalhão ou subversivo, figura veneranda ou agente provocador? Machado de Assis é o tema desta mesa, que reúne jovens críticos literários para discutir menos o legado e mais o enigma desse autor crucial para a formação da literatura brasileira. O brasileiro radicado na Inglaterra, professor de literatura na Universidade de Manchester, João Cezar de Castro Rocha; o brasileiro radicado nos Estados Unidos, professor de literatura brasileira na Universidade de Princeton, Pedro Meira Monteiro; e a professora de literatura de língua inglesa na USP, Sandra Vasconcelos, debatem sobre Machado de Assis.


Oficina
terça 16 quarta 17 dezembro
14h30 às 17h Literatura ou Práticas Literárias com Heloisa Buarque de Hollanda
O cabelo dela é um grito
A roupa diz
Sou negra sim!
Sou afro, sou preta!
Sou guerreira das favelas
Sou resistência
O zumbido que incomoda seu sono
A racionalidade que combate
A sandice do seu carater podre!
Meu sangue você tem!
O mesmo sangue que te abençoou a vida
E aqueles hematomas que você desejou que todos ignorassem
A fim de não ser questionada suas ordens
Ardem, crepitam, flamejam

domingo, 7 de dezembro de 2008

Poeta de campos e espaços

Vamos pensar além do suporte impresso:

site Augusto de Campos

http://www2.uol.com.br/augustodecampos

Gosto muito do poema-bomba e dos móbiles.

Viva a vaia!
Maysa

AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!

Que chato, já está chegando o último dia... não vale isso...
Maaaas, ainda não é hora de despedidas, ainda é hora de escritas, e criativas de preferência...
To postando agora umas tentativas de enumeração caótica que a Thaís fez junto comigo por msn, não sei se é bem isso, mas foi divertido de fazer, então leiam e, (eu sei que to pedindo muito) comentem se possível... ai vai:

Tentativa 1:

1- banco
2- areia
3- praia
4- montanha
5- verde
6- olhos
7- óculos
8- você
9- mala?
10- eu?

Tentativa 2

1- talvez
2- nós
3- dois
4- um dia
5- devêssemos
6- cantar
7- uma
8- nova
9- música
10- de natal

Tentativa 3 (com a diferença que nessa a Thaís condicionou que a última letra de cada palavra deveria ser a primeira da próxima e a última letra da última palavra deveria ser a mesma da primeira letra da primeira palavra)

1- pipoca
2- amendoim
3- manteiga
4- azeite
5- empadão
6- orgulho
7- omite
8- emite
9- transmite
10- elep?

Bom, é isso... abração galera!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Ao redor do vermelho

De aula 3


Nem tudo é cinza na cidade. É difícil enxergar, é preciso estar bem atento, e principalmente sair da pressa alheia, Observar vagarosamente, conseguir enxegar através da neblina escura. A fuligem negra é implacável. A resistência? Em cada carro lavado na manhã de domingo, e de vez em quando no toldo na lanchonete da esquina.

Nessa esquina passam carros, param pedestres e cães. O prédio, observa a tudo isso enegrecendo junto com todo o resto. O ônibus tem a lateral verde, talvez por isso não passe por essa esquina, mas na rua de baixo. Os táxis sim se sentem bem a vontade por aqui, passam no sinal amarelo mais rápido que no verde.

Aliás táxi nessa cidade é semi-elegância, é ter motorista em carro branco, de lataria invuneráveis à fuligem, mas taxista é motorista descartável e alguns cheios de fuligem. Elegância mesmo é ter motorista em tempo integral de uniforme e carro anti-fumaça.

Verde-esfumaçado é a cor da árvore em frente ao prédio, a mesma cor da bandeira hasteada no prédio ao lado. Nada azul, talvez o céu, talvez, porque o vício na fumaça esteja me fazendo mudar de tom.